Qual é o impacto da Internet das Coisas (IoT) no segmento de Shoppings?

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De acordo com um estudo de 2016 da PwC, a Internet das Coisas (IoT) estaria entre as oito tecnologias que mais influenciarão o mercado até 2020. O fato de permitir que objetos com sensores sejam acessados remotamente e obtenham dados é um verdadeiro marco para quem lida com o varejo.

O impacto nos shoppings, por exemplo, já tem sido aproveitado. Tanto é que esse espaço de compras e lazer está cada vez mais alinhado às necessidades do novo consumidor. Neste artigo, veremos um pouco mais sobre como esse processo tem impactado esse nicho. Confira!

O que é a Internet das Coisas e como ela funciona?

A Internet das Coisas (IoT — Internet of Things) é um termo usado para definir a comunicação que ocorre entre os objetos por meio da internet. Ela permite, por exemplo, que um carro compartilhe dados que ajudariam a executar determinada tarefa, como avisar ao motorista que a gasolina está acabando e qual o posto mais próximo de abastecimento.

Para que o funcionamento ocorra, são utilizados sensores, mas também dispositivos, tornando a comunicação entre as “coisas” uma realidade. A tríade formada junto ao sistema de controle é o que ajuda a transformar a realidade. Esse último item é o responsável por capturar dados e controlar os aspectos que darão origem a novas conexões.

Quais os impactos da IoT no segmento de varejo?

O impacto depende diretamente da natureza da indústria, ou seja, os diferentes segmentos têm formas diferentes de trabalhar a Internet das Coisas. O fato é que o mercado varejista foi um dos que mais tem incorporado as novidades, o que é importante para entender seu posicionamento atual. A seguir, você verá como isso tem transformado os shopping centers.

Acompanhamento de informações em tempo real

Para ficar mais claro o impacto, vamos exemplificá-lo. Imagine que o shopping use sensores de IoT na praça de alimentação; o gestor conseguirá saber quais os consumidores presentes em determinado momento do dia. Por exemplo, será possível identificar se, no domingo na hora do almoço, a maioria dos presentes no local são famílias.

Este seria o momento para incentivar os estabelecimentos ali localizados a fazerem promoções de combos de refeições, mas também enviar um cupom de desconto para um consumidor ou até mesmo destacar os cardápios do dia com condições especiais para grupos. A ideia é incentivar a compra ao mesmo tempo em que a fidelidade é trabalhada, proporcionando uma experiência completa. Ou seja, o acompanhamento é feito em tempo real junto da ação.

Manutenção da logística inteligente

O gerenciamento eficiente da cadeia de suprimentos é uma das muitas tarefas de um gestor de shopping. Nesse caso, o uso da IoT pode ser bastante útil, pois ela permite o monitoramento de toda a cadeia de suprimentos. Isso é feito com a ajuda de aplicativos que rastreiam as entregas; consequentemente, a análise de dados pode ser usada para a tomada de decisões estratégicas.

Vale lembrar que o transporte de mercado feito de maneira eficiente é um aspecto crucial para o varejo, ainda mais quando se trata de um local como um shopping que reúne vários serviços. A Internet das Coisas pode ser bastante útil, contribuindo com a manutenção de meios de transporte, mas também permitindo monitorar e otimizar rotas, trazendo mais eficácia para o dia a dia.

Conexão do consumidor com as tendências do varejo

Os consumidores modernos são caracterizados por estarem hiperconectados. Eles foram empoderados com o advento da internet, sendo que hoje podem encontrar informações seja qual for o dia ou a hora. Inclusive, quando estão no shopping, os clientes ainda podem continuar provendo dados importantes que serão utilizados na sua estratégia.

Com a IoT, é possível oferecer serviços personalizados de acordo com a localização dos clientes. Por meio das tecnologias certas, existe ainda a oportunidade de entender como o consumidor se comporta, identificando também como e onde ele precisa de ajuda. Com isso, fica mais fácil estabelecer estratégias de marketing atrativas no PDV, apresentando tendências de mercado a ele.

Aumento da produtividade dos colaboradores

A Internet das Coisas ainda provê informações que poderão ser utilizadas pelas lojas que estão localizadas nesse centro de compras. Consequentemente, é possível realizar até mesmo treinamentos junto dos colaboradores, a fim de que eles sejam mais efetivos no atendimento do público, conseguindo identificar as necessidades de acordo com o perfil do consumidor.

Por exemplo, as lojas podem monitorar o tráfego a fim de entender se os clientes frequentam uma área de exposição de produtos, qual o grupo predominante, o que eles costumam comprar, em quais dias isso costuma acontecer. Assim, a loja poderá fazer ajustes no layout, promover ações especiais nos dias de maior movimento, aumentando assim as chances de conversão para a compra. Logo, os profissionais que ali atuam terão mais facilidade em atender e fechar uma venda.

Imersão e experiência

O impacto no varejo da imersão tecnológica do consumidor é outra tendência que merece ser revista pelo gestor. O potencial é gigantesco, quando a Internet das Coisas é incorporada na rotina das unidades logísticas presentes no shopping, ampliando assim as suas vantagens competitivas e apresentando inovação ao mercado.

Para garantir que todos os benefícios sejam aproveitados, é importante ter sistemas capazes de agir com inteligência analítica, diante de tantos dados produzidos. Quando falamos sobre imersão e inteligência, a ideia é que as informações sejam utilizadas para criar um enfoque em cima das necessidades específicas de cada consumidor, trazendo assim um ambiente experiencial único no ponto de venda, bem como um atendimento personalizado ao consumidor.

Por outro lado, com a imersão proporcionada ao consumidor, os varejistas conseguem ter mais celeridade ao identificar gargalos no atendimento. Assim, a possibilidade de melhorar o processo não só é mais palpável, como também passa a fazer parte do dia a dia das tarefas de gestão do shopping, tornando-a mais eficiente.

Há algum tempo, a utilização de recursos tecnológicos tornou-se crucial para a gestão dos negócios. A obtenção de dados passou não só a embasar a tomada de decisão, mas a ser igualmente importante para a análise apurada da jornada do consumidor.

O principal objetivo do uso da Internet das Coisas, neste caso, é justamente prover informações valiosas tanto para os lojistas quanto para o administrador desse centro de compras. Esses dados serão utilizados para finanças, gestão de pessoas, logística, entre outros aspectos mostrados ao longo do artigo.

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Segurança online no ambiente virtual: entenda a importância para grandes empresas

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Seja pela própria demanda do mercado, seja por sua vontade em aproveitar oportunidades com a transformação digital para destacar a empresa, você já deve estar implementando tecnologia para uso de dados como inteligência de negócio.

É o seu caso? Pois fique sabendo que, apesar de grande vantagem estratégica, o uso de informações do Shopping e seus clientes necessitam de segurança online para garantir sucesso sem arriscar a confiabilidade na marca e a tranquilidade dos colaboradores.

Quer entender melhor sobre isso e proteger o sistema da sua empresa? Então acompanhe este artigo com atenção!

Inteligência de negócio baseada em dados

Primeiro, podemos contextualizar um pouco a relação entre uso de dados, sua proteção e o sucesso de empresas do futuro. Você já parou para pensar em como informações coletadas estão se tornando importantes para a sua tomada de decisões?

Esse é um fenômeno global e irreversível. Com a possibilidade de coletar e processar volumes de dados muito maiores do que era possível há uma década, empresas estão se aproveitando de ferramentas e sistemas para terem uma visão melhor de sua operação, seus clientes e o mercado a sua volta.

Isso é especialmente relevante quando falamos de um Shopping Center. Pense em quantos aspectos diferentes da sua administração interagem e criam um mecanismo integrado. Conhecer os números significa entender melhor como o negócio vem funcionando, prever mudanças no futuro e identificar causas e consequências para problemas de operação.

Segurança online como estratégia e como obrigação

E se esses dados estão ganhando tanto valor para você, eles também estão valorizando para criminosos virtuais. Por isso, a segurança online hoje vem recebendo a atenção de gestores que precisam proteger informações com três objetivos principais:

  • para ter uma marca forte e confiável no mercado, com a qual seus clientes se sintam à vontade em compartilhar dados e estreitar a relação;
  • para garantir a genuinidade e transparência na utilização de dados que traga mais eficiência para a tomada de decisões e mais sinergia entre departamentos distintos dentro do Shopping;
  • para monitorar e impedir ataques que comprometam informações confidenciais do negócio ou privadas de seus clientes.

E se essas razões já existiam para investir em segurança, o cenário mudou com a Lei Geral de Proteção de Dados, ou LGPD, que entra em vigor este ano.

Agora, a transparência e a proteção de informações se torna não só uma estratégia de negócio, mas uma obrigação legal. Por isso, é hora de entender como garantir esse tipo de controle sem despender recursos e pessoal.

Dicas práticas para garantir segurança online na empresa

Segurança online é um assunto muito importante mas que, na verdade, não exige tanta complexidade em sua gestão. É uma questão de investir certo em tecnologia e trabalhar a conscientização da empresa como um todo. Confira as principais dicas!

Utilizar sistemas e ferramentas de qualidade

Hoje a segurança online passa muito pela eficiência, estruturação e robustez de seus sistemas corporativos: ERP, e-mail, servidores, cloud computing etc.

Ou seja, a preocupação com seus dados vem desde a aquisição de produtos e serviços que serão utilizados na produtividade. Funcionalidades e módulos específicos para proteção e dados nesses casos vão facilitar o controle de sua utilização — principalmente em empresas grandes e com vários departamentos, como Shopping Centers.

Trabalhar com senhas fortes e múltiplos passos de autenticação

Você se assustaria com quantos dados pelo mundo são comprometidos por senhas fracas, como “123456” ou “admin”. A exigência de senhas fortes (preferencialmente nativa no sistema) já elimina grande parte do problema.

Mas hoje ter uma boa senha não é suficiente. Você pode investir também em processos de autenticação em múltiplas etapas, utilizando a confirmação por e-mail, um aplicativo ou o número do celular etc. Assim, mesmo que o criminoso consiga a senha, ele não tem acesso ao banco de dados.

Fazer gestão de credenciais

Criar permissões diferenciadas dentro do ERP também é uma ideia para facilitar o controle de segurança online. Quando esses dados estão na nuvem, você pode limitar o acesso aos mais sensíveis (confidenciais da empresa, pessoais e bancários do cliente) apenas para pessoas que precisam utilizá-los.

Dessa forma, você limita o acesso às informações de mais valor e identifica um ataque com mais celeridade — podendo impedir ou conter um vazamento.

Apostar em criptografia

Outra questão importante quando o sistema pode ser acessado pela web é ter criptografia na conexão entre o dispositivo do usuário e o servidor contratado pela empresa. A criptografia impede que qualquer pessoa no caminho entre essas duas pontas consiga ler as informações, mesmo que as roube.

Automatizar o backup

E se dados forem comprometidos? No caso de roubo, sequestro ou inutilização de informações, a primeira medida é recuperá-los para manter o Shopping funcionando. É aí que entra a necessidade de backups.

Backups do sistema precisam ser estruturados e constantes para acompanhar o dinamismo do negócio. Portanto, não dá para gastar o tempo da TI fazendo isso manualmente. Sistemas capazes de automatizar o processo vão facilitar a gestão e a proteção da empresa.

Investir muito em treinamento

Por mais que você invista em sistemas e ferramentas, os dados de um negócio estão tão seguros quanto o preparo de quem os visualiza e edita.

Pense na pluralidade de uma gestão de Shopping Center. São vários departamentos trocando informações, acessando o sistema e analisando dados. Uma brecha aberta verificando números bancários no setor de vendas pode colocar o setor financeiro em risco.

Para garantir que todos eles trabalhem com tranquilidade, produtividade e harmonia, é preciso contar com a participação de todos. Comunicação interna e treinamentos voltados para boas práticas de segurança online vão fortalecer a empresa e até dar um senso de unidade para todos os colaboradores.

Soluções do Grupo Ease como aliadas nesse processo

Como falamos ao longo de todas as dicas, investir em tecnologia é um passo que permite todos os outros. Quando você tem um sistema de qualidade, com ferramentas especializadas e uma boa infraestrutura por trás, proteger dados se torna simples e você pode mirar o futuro com mais foco.

E se a segurança online é tão importante, contar com uma solução preocupada com isso é fundamental para possibilitar todas as outras práticas que citamos.

Por que você não conhece nossas soluções para Shopping Center? Entre agora no site e saiba mais sobre nossas soluções!

5 passos para uma gestão de fornecedores eficiente em construtoras

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A gestão de fornecedores, também conhecida como Supplier Relationship Management (SRM), é indispensável para empresas de A a Z. Priorizá-la é, além de uma questão estratégica, parte de uma gestão sólida e direcionada a resultados. Sem esse componente, o empreendimento se arrisca a naufragar ou, na melhor das hipóteses, a ficar à deriva nesse imenso oceano que é o mercado.

A razão para isso é que fornecedores compõem a base que dá sustentação aos negócios que atuam junto ao consumidor final. Seja abastecendo gôndolas e prateleiras com produtos ou distribuindo matérias-primas para a prestação de serviços, lá estão eles fazendo a diferença.

Por isso, não há instituição lucrativa que abra mão de acompanhar de perto o relacionamento com seus fornecedores. Em construtoras, então, essa gestão é ainda mais importante, tendo em vista prazos e o fluxo de materiais e insumos constante. Neste artigo, destacaremos em que pontos essa relação se fortalece ao utilizar o sistema para gestão empresarial Ease Controller.Net. Boa leitura!

Como fazer uma boa gestão de fornecedores?

É possível estabelecer uma parceria frutífera com os fornecedores ao colocar em prática algumas estratégias. A seguir, confira algumas das principais.

1. Integrar financeiro e outros departamentos

Há dois setores para os quais todas as atividades de uma empresa convergem: o RH e o financeiro. Logo, não se pode começar a gestão de fornecedores quando a parte financeira da empresa não atua em sinergia, recebendo e enviando dados para apoiar a tomada de decisão.

É na gestão desse fluxo de dados que o Ease Controller revela sua maior utilidade. Por meio do módulo Contas a Pagar (CP), é possível descentralizar o controle de despesas, automatizando a execução de pagamentos e vencimentos.

E ainda, ele permite que se façam pagamentos eletrônicos por troca de arquivos de remessa e retorno com bancos via Multipag, SISPAG, OBB e PAGFOR, por exemplo.

Outra vantagem é que o setor de compras ganha mais agilidade, atuando em sinergia com o financeiro na hora de verificar a procedência de um pedido. Isso evita fraudes internas, melhorando o compliance.

2. Automatizar o fluxo de caixa

A gestão de um negócio só se torna efetiva quando o fluxo de caixa é controlado de perto. Esse controle, por sua vez, só pode ser feito quando se conta com ferramentas que permitam automatizá-lo.

Considere também que o fluxo de caixa é o seu melhor “conselheiro”. Afinal, é por ele que a empresa extrai informação a respeito dos seus custos fixos e variáveis para relacionar receitas e despesas. Dessa forma, empreiteiras e construtoras ganham previsibilidade, podendo planejar-se em médio e longo prazo.

Nesse aspecto, o controle do fluxo de caixa com o módulo CP conta ainda com diversas funções que agregam agilidade e visão estratégica:

  • cadastro completo dos fornecedores com dados bancários, contábeis, retenções e contratos;
  • distribuição das contas a pagar por centros e custos (setores);
  • recursos de geração automática de empenho para os arrecadadores;
  • acompanhamento das contas bancárias com cálculo automático do saldo;
  • controle das fichas CPs por fornecedores ou tipo (adiantamento, despesa, provisão e empenho);
  • anexação das notas fiscais eletrônicas aos registros das fichas CP.

3. Respeitar os prazos

O que é a rotina de uma construtora que não seja o cumprimento de prazos? Entregar uma obra dentro do cronograma previsto é questão de sobrevivência, já que lojistas e fornecedores trabalham com base em metas, as quais são necessariamente vinculadas a prazos.

Ou seja, a construtora que não consegue entregar uma obra dentro do período previsto estará em sérias dificuldades. Em resumo, garantir o cumprimento desses prazos é um passo decisivo ao consolidar a gestão de fornecedores.

Nesse ponto, os relatórios subdivididos nas categorias de títulos “Pagos” e “A vencer” no módulo CP representam muito mais controle sobre os cronogramas. Sua construtora terá, ao alcance de apenas um clique, mais capacidade de governança, podendo se antecipar em seus pagamentos e compromissos assumidos junto aos fornecedores.

4. Aumentar a inteligência de negócios

Avançando na gestão de fornecedores, o módulo CP do Ease Controller permite integrá-lo a outros módulos como o de Planejamento Orçamentário (PO), Suprimentos (SM) e Contabilidade (CT). Isso expande as possibilidades em termos de geração de dados estruturados, aumentando a inteligência de negócios (BI).

Empresas que são orientadas por Business Intelligence são muito mais competitivas. Afinal, nelas, as decisões são sempre tomadas com base em informação de alto nível. No ramo da construção, isso faz diferença, por exemplo, ao analisar potenciais mercados, investimentos em infraestrutura ou antes de decidir por uma expansão.

5. Utilizar a tecnologia com consciência

Por mais que a tecnologia seja uma poderosa aliada, sem a mente humana ela não teria qualquer aplicabilidade. Ao utilizar um ERP ou um sistema como o Ease Controller, o uso dos recursos tecnológicos passa a ser mais consciente. Isso porque o software é desenvolvido com base na experiência de gestores como você.

Sendo assim, nele, a gestão da construtora tem as ferramentas de que precisa na medida certa, sem recursos “extras” que só servem para encarecer o produto. Afinal, quem trabalha no ramo da incorporação imobiliária comercial não pode ser dar ao luxo de investir em recursos inúteis, concorda?

Quais são as vantagens de uma gestão de fornecedores bem-feita?

Gostaríamos de destacar três das principais vantagens que sua construtora percebe ao utilizar o Ease Controller, em especial quando equipado com o módulo Contas a Pagar. Confira!

Processos mais ágeis

Imagine que uma obra esteja na iminência de ter um material em falta e que esse insumo leva algum tempo para chegar. Com um sistema projetado sob medida, sua construtora ganha a capacidade de antever esse gargalo. Desse modo, poderá agir a tempo de garantir o fornecimento e não interromper suas atividades.

Redução nas falhas

Quanto mais capacidade de se antecipar e mais tarefas automatizadas, menores serão as chances de falha humana ou ser pego de surpresa. Simples, não?

Facilidade para alcançar metas

No aspecto das metas, construtoras não são diferentes de empreendimentos voltados ao comércio. Ou seja, ao gerir seus contratos de fornecimento apoiada em um sistema como o Ease Controller, terá mais controle de preços e prazos. Dessa forma, poderá estipular metas dentro do que a sua realidade permite.

Neste artigo, você conheceu os passos envolvidos na gestão de fornecedores em construtoras e suas vantagens. Esperamos que, com essas informações, seus resultados sejam ainda melhores.

Quer saber ainda mais? Faça contato e conheça mais de perto as soluções que o Grupo Ease tem para o seu negócio!

Parceria de Shopping com Centros Empresariais é garantia de sucesso

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Tendência de empreendimento imobiliário que vem crescendo desde a década de 90, os centros empresariais surgem e se consolidam junto ao modelo de Shoppings Centers. Na verdade, trata-se de uma espécie de versão de shopping voltada para negócios, na qual saem as lojas varejistas e entram escritórios e sedes de empresas.

Não demorou muito para que ambos os segmentos percebessem as vantagens mútuas em posicionar-se um ao lado do outro. Afinal, enquanto os shoppings se aproveitam do público cativo formado pelos profissionais, os centros empresariais contam com facilidades e toda uma infraestrutura de apoio.

Sendo assim, atrair esse tipo de parceria é fundamental para manter as taxas de ocupação de suas lojas e o equilíbrio das receitas. Entenda como fazer isso, avançando na leitura deste artigo!

Centros Empresariais combinam com Shopping Centers?

Sim, centros empresariais e shopping centers combinam, desde que existam condições atrativas para que as empresas possam se estabelecer. Entre eles, destacam-se alguns aspectos, que serão abordados a seguir. Veja!

Valor dos aluguéis

País onde tradicionalmente os preços dos imóveis são altos, no Brasil o valor de venda ou dos aluguéis é decisivo para a atração e consolidação de empresas. Nessa questão, vale calcular a rentabilidade do aluguel comercial que consiste no retorno que a empresa tem dentro de um ano pelo valor pago.

De acordo com o índice FipeZap, essa rentabilidade, até agosto de 2019, chegou a 5,33%. Isso representa um aumento de 0,71% ponto percentual, comparando com o mesmo período do ano passado. Isso vale também para shoppings, desde a cotação do terreno até a finalização da construção.

Localização

O valor de um aluguel depende de outros fatores que influenciam na sua composição. A localização é um dos principais, podendo ser um fator de atração ou repulsão. Um local isolado, sem infraestrutura de transporte ou em locais com pouca segurança, será menos atraente. Por sua vez, regiões com IDH mais alto, com malha viária adequada e bem atendida por transportes públicos terá maior poder para atrair empresas.

Adequação

Dependendo da localização e dos fatores já destacados, pode ser que a região atraia empresas de um determinado nicho ou setor da economia. Startups e fintechs, por exemplo, tendem a se concentrar em regiões mais centrais ou em bairros de alta renda. Tudo vai depender das condições preexistentes no local e de como o ecossistema empresarial vai se desenvolver ao longo do tempo.

Quais são as vantagens ao optar por essa dobradinha?

Quando shoppings juntam forças com centros empresariais, há ganhos mútuos em função das vantagens que um acaba ganhando com a presença do outro. Nesse sentido, podemos destacar cinco benefícios incontestáveis.

Segurança

Infelizmente, ter uma empresa localizada em ruas comuns pode representar um risco maior a assaltos e outros tipos de crime. Por isso, anexar-se a um Shopping Center é uma garantia de segurança para empresas, em especial as que movimentam valores diariamente.

A verdade é que roubos, sejam individuais ou em quadrilhas, só acontecem quando existe a facilidade. Uma empresa localizada dentro de um shopping, nesse sentido, apresenta menos oportunidades para criminosos, considerando todo o esquema de segurança associado. Vigilantes, câmeras e centrais de monitoramento são comuns em shoppings, enquanto que em logradouros expostos o controle é bem menos efetivo.

Comodidade

Shoppings contam com amplos espaços para estacionar e até para receber veículos de carga. Isso representa uma vantagem para colaboradores que costumam ir de carro ou de carona para o trabalho. Uma vaga em estacionamento garantida é um “imã” poderoso, servindo ainda como fator até para atração de talentos.

Além da comodidade, há outra questão a se considerar. Um estacionamento com vagas sempre disponíveis significa que donos de veículos podem ficar despreocupados em relação a multas. Outro ponto positivo é que pessoas que têm carro apresentam um potencial para consumo maior. Por isso, quanto mais poder de atração nesse aspecto, melhor para ambas as partes.

Conveniência

Para empresas, o custo com imóveis já é elevado o bastante, por isso, quanto mais economia com espaço, melhor. Sendo assim, a parceria com shoppings se revela ainda mais vantajosa porque eles agregam suas respectivas praças de alimentação.

Assim, é possível diminuir ou mesmo eliminar a demanda por dependências como refeitórios ou cozinhas. Para os colaboradores, há a vantagem adicional de ter um cardápio mais variado e, para os empregadores, a conveniência de ter ao lado um local adequado sem os custos de manutenção inerentes.

Localização Estratégica

Shoppings e centros empresariais contíguos acabam por estabelecer uma relação de ganhos recíprocos. Os primeiros se beneficiam pela presença de um público fiel, especialmente em dias úteis, quando o movimento é reduzido.

Assim sendo, a gestão do shopping pode ter nesses visitantes frequentes um fator de atração para lojistas. Se comparar com um shopping que não tenha essa mesma expectativa, isso representa um tremendo diferencial perante a concorrência.

Conforto

Climatização, limpeza e a própria segurança são fatores que fazem das instalações de shoppings lugares adequados para o estabelecimento de centros empresariais. Para as PJs neles instaladas, isso significa poupar custos em mão de obra com infraestrutura, que acaba sendo terceirizada.

Outro fator que merece destaque é que empresas sediadas em locais com mais infraestrutura tendem a atrair e reter talentos com mais facilidade. Claro que isso não é uma garantia, mas, certamente, quem não conta com essas condições terá muito mais dificuldade na hora de recrutar bons profissionais. Afinal, conforto não faz mal para ninguém.

Qual o panorama do setor?

De acordo com a ABRASCE, a Associação Brasileira de Shoppings Centers, já há, para 2020, 19 shoppings centers por inaugurar. Esses estabelecimentos, uma vez ativos, disponibilizarão uma Área Bruta Locável (ABL) de 423.415 m². As inaugurações estão previstas para cidades nos estados de São Paulo, Goiás, Bahis, Pernambuco, Paraíba, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Portanto, há ainda muito espaço para crescimento em um setor que faturou 192,8 bilhões em 2019, registrando 502 milhões de visitantes mensais.

Você conheceu, neste artigo, as vantagens que a parceria entre shoppings e centros empresariais apresenta quando feita estrategicamente. Avalie esses fatores e, se possível, não deixe de atrair para perto do seu shopping as empresas mais relevantes do mercado!

Você pode ter acesso a outros artigos tão úteis quanto este. Assine nossa newsletter e não perca as novidades sobre o rico segmento dos shoppings centers!

Por que um sistema ERP é indispensável para a segurança da informação?

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A informação é um dos bens mais valiosos em uma empresa, quando o assunto é a gestão desses dados, tratar da segurança da informação é essencial.

É por isso que um sistema ERP é a solução mais indicada. Com ele, é possível gerir o fluxo de dados contábeis, fiscais, financeiros e demográficos gerados por diversos sistemas. Existem ainda outros aspectos que tornam esse tipo de tecnologia essencial, os quais elencamos a seguir. Vamos em frente?

Garante o controle do acesso à informação

Um bom sistema ERP protege o acesso aos dados por meio de autenticação com senhas e, adicionalmente, termos digitais de responsabilidade.

Ele também permite que gestores sejam notificados sobre toda e qualquer movimentação que aconteça no sistema. Novas permissões, ativação de novos usuários e sistema de Log — o qual registra todo tipo de atividade realizada no software — por exemplo, são algumas das ações que não passam em branco.

Tudo isso é arquitetado conforme as políticas de segurança de instituições validadoras reconhecidas no mercado. É o caso dos certificados de segurança EV SSL e Microsoft Authenticode, utilizados para proteção e garantia de legitimidade.

Outro ponto que faz com que um sistema ERP seja fundamental para garantir o controle do acesso à informação é possuir rotinas de backups contínuos. Dessa forma, você fica tranquilo porque saberá, de antemão, que seus dados estarão gravados, não importa o que aconteça.

Protege dados por meio de firewalls

A evolução da cloud computing e a incorporação da Internet das Coisas a todos os objetos traz consigo as dores inerentes ao crescimento. Nesse caso, os ciberataques são a consequência indesejada — mas natural — da escalada da tecnologia e da internet.

Nesse quesito, há muito com o que se preocupar. O Brasil é hoje o sétimo país com mais registros de ataques virtuais.

Os cibercrimes, como também são conhecidos, não escolhem hora nem lugar para acontecer, mas escolhem suas vítimas a dedo. Foi o que aconteceu com a rede de lojas de materiais esportivos online Netshoes, que teve seus dados vazados. Por causa disso, a empresa foi condenada na esfera judicial a pagar R$ 500 mil em indenizações.

Crimes como esse poderiam ser evitados ou pelo menos seus executores retardados com um sistema ERP equipado com um firewall. Embora haja hackers capazes de furar esse tipo de bloqueio, na pior das hipóteses ele daria tempo para o suporte em TI detectar uma tentativa de invasão. Ou seja, por mais que existam invasores muito habilidosos, o fato é que, quanto mais proteção, melhor.

Realiza criptografia de ponta

Outro aspecto que torna um ERP imprescindível para a segurança da informação é que, com ele, você conta com criptografia em todo o fluxo de dados. Criptografar um dado significa transformá-lo em uma informação nova, inteligível apenas pelo sistema que o gera.

Com esse recurso incorporado ao sistema ERP, você será capaz de criar uma linguagem própria, decodificável apenas pelo seu software de gestão.

Assim, toda informação que circular pelos seus computadores só poderá ser interpretada pelas pessoas que tenham acesso às chaves exigidas para sua tradução. Portanto, com a criptografia, você dificulta ainda mais a vida de quem tentar invadir seus sistemas ou burlar suas barreiras de segurança virtual.

Ademais, ERPs configurados com protocolos dessa natureza são essenciais para proteger transações bancárias pela internet, trocas de e-mails ou mesmo mensagens pessoais. Todo e qualquer tráfego de informação pode ser codificado, evitando assim sua exposição.

Integra setores de forma confiável

Talvez a finalidade de um ERP, por excelência, seja a integração entre setores. Veja, por exemplo, o de Contas a Pagar. Trata-se de um departamento para o qual convergem dados de todos os outros departamentos, devendo por isso serem tratados e armazenados.

Em Shoppings Centers, por exemplo, lidar com o pagamento de contas é um desafio que não poderia ser encarado sem o apoio da tecnologia. Isso porque trata-se de um estabelecimento comercial que lida com múltiplos fornecedores. Isso exige cadastros de dados bancários, contratos, além de retenções de impostos e da produção de toda a escrituração contábil.

Outro aspecto que torna um ERP fundamental é que ele permite integrar setores pela distribuição de contas a pagar por centros e custos. Em outras palavras, a gestão fica mais fácil, já que cada setor poderá ter seus custos apurados de forma distinta.

Por último, mas não menos importante, com um Enterprise Resource Planning a integração se torna mais fácil graças a funções como o gerenciamento central de contabilidade. Ou seja, em uma única solução, você será capaz de criar um Plano Contábil de diversos CNPJs, tudo conforme as últimas atualizações das regras contábeis.

Centraliza o tráfego de dados em um canal

Pela perspectiva dos negócios, um ERP é muito útil porque ele ajuda a acompanhar cenários e metas empresariais em um único painel de controle. Medir avanços e recuos, validar ou corrigir inconsistências ou identificar oportunidades de melhorias são algumas das possibilidades em questão. Logo, a centralização de dados proporcionada serve como facilitador no sentido de orientar decisões cujos impactos sejam de longo prazo.

Por exemplo, é possível que você, gestor de Shopping Center, esteja avaliando a implementação de um sistema de tratamento de efluentes. Por mais que exista todo um benefício ambiental que, por si só, não tem preço, é necessário calcular o peso dessa iniciativa em termos financeiros.

Com um ERP, é possível estimar com muito mais precisão um investimento desse tipo. O sistema pode ser equipado com módulo de acompanhamento orçamentário, fornecendo assim um panorama financeiro baseado nos valores apurados.

Contar com uma ferramenta assim na gestão de um Shopping pode significar um grande salto de qualidade. Por isso, não deixe de avaliar criteriosamente sua implementação. Afinal, sem a tecnologia, não há negócio que se sustente, não é mesmo?

E se você gostou deste artigo, aproveite para saber como administrar seus contratos do jeito certo!

Receitas variáveis: entenda a diferença entre CRD, CTO e ABL

A gestão financeira de um Shopping Center tem muito de seu sucesso relacionado com a forma como gestores lidam com receitas variáveis. Você sabe exatamente quais elas são e como afetam o seu negócio?

Neste artigo, queremos conversar um pouco mais sobre esses indicadores e também como eles afetam a saúde de um Shopping ao longo do tempo. Acompanhe e boa leitura!

A importância da gestão financeira em Shoppings Centers

O setor de Shoppings não para de crescer no Brasil. É uma área com muitas oportunidades para consolidar novas e antigas marcas, seja na expansão, seja na aposta em nichos.

Mas, por mais que haja muito espaço para estabelecer novos cases de sucesso, a gestão de finanças é tão fundamental para a sua rotina como em qualquer outra área corporativa tão competitiva quanto essa.

Um bom controle financeiro no Shopping tem a ver com 3 pilares principais: visão, integração e previsibilidade. Gestores precisam ter bons registros sobre indicadores financeiros no passado, um ambiente centralizado de análise no presente e transformar esse conhecimento em decisões eficazes para o futuro.

Mas se todos os negócios já fazem isso, como gestão de finanças pode se tornar uma vantagem competitiva? Se muitas despesas e receitas são comuns a todo o setor, essa resposta está principalmente na sua capacidade de lidar com receitas variáveis.

Em um mercado que pode sempre flutuar entre oferta e demanda, o seu controle desse tipo de gasto significa controlar o que muitos Shoppings imaginam ser incontrolável — e usar isso como ferramenta de negociação. Ter a visão e a previsibilidade dessa variação a longo prazo pode ser um diferencial poderoso para qualquer negócio.

Os principais indicadores de receitas variáveis

Quando falamos em receitas variáveis, existem três indicadores diferentes que podem definir o sucesso de um Shopping ou a sua dificuldade de navegar pelo mercado.

Como são valores que flutuam ao longo do tempo, quanto mais controle e previsibilidade houver na sua gestão, melhor para apostar nas estratégias certas de crescimento. Confira quais são!

ABL

A Área Bruta Locável é um dos termos que mais ouvimos quando o assunto é Shopping Center. Ela define o espaço total em metros quadrados que um empreendimento tem disponível para locação.

Geralmente, a ABL diz muito sobre o tamanho de um Shopping Center e aponta sua capacidade para o mercado de oferecer um mix variado e completo de opções — para serviços, consumo e entretenimento.

Mas como o gerenciamento da ABL pode ser variável se ela só muda em casos de expansão/reformas? Isso acontece especialmente quando gestores conseguem otimizar o uso desse espaço e fazer adequações na proporção entre variedade e tamanho de lojas para conseguir o retorno máximo de sua área locável.

Para isso, não basta apenas este número. O aproveitamento da ABL envolve também uma gestão inteligente nos próximos dois conceitos vitais em Shoppings.

CTO

O Custo Total de Ocupação, ou CTO, é um indicador que representa o quanto um lojista precisa pagar para manter o negócio funcionando dentro do seu Shopping.

O valor principal aqui, claro, é o aluguel do espaço. Mas a ele somam-se vários outros encargos variáveis como contribuição em fundos de promoção, investimento e reformas, despesas com recursos de uso coletivo e gastos não previstos, como consertos.

O ideal é que o CTO não ultrapasse 5% da receita bruta de cada locatário, mas é possível encontrar empreendimentos em que essa porcentagem ultrapassa os 20% — um sinal de que há pouca capacidade competitiva nas lojas dentro do Shopping.

Por isso é tão importante conhecer esse número e trabalhar a partir dele para tornar a operação mais viável para os lojistas e mais atrativa para novas marcas.

Como negociar o custo de ocupação?

Para fazer essa renegociação e diminuir a porcentagem do CTO na receita, você precisa de informação. O segredo é conhecer quais são os gastos principais e entender onde eles podem ser cortados ou flexibilizados.

Assim, você pode atacar em duas frentes:

  • um conhecimento melhor sobre esses valores trará uma nova perspectiva sobre o aluguel praticado, podendo reajustar o preço de acordo com a capacidade de investimento dos locatários e apostando no crescimento deles como um fortalecimento do Shopping como um todo;
  • o entendimento das origens que formam o CTO ajuda a diminuí-lo com ações práticas de economia, como placas solares para diminuir a conta de luz, reutilização de água, renegociação com fornecedores, otimização de logística e reorganização de pessoal.

CRD

Se grande parte do CTO vem dos gastos coletivos de um Shopping Center, você precisa também de visibilidade sobre o coeficiente de rateio de despesas, ou CRD.

As despesas comuns de um empreendimento são todos os gastos que envolvem a manutenção da edificação como um todo: contas de recursos para uso coletivo, limpeza, segurança, fundo de reserva etc.

É como um condomínio, em que cada morador tem a posse de seu espaço individualizado, mas precisa contribuir para manter corredores, portaria, elevador.

A grande diferença é que na legislação específica para Shoppings há uma flexibilidade para o rateio das despesas — não são divididas igualmente como em um prédio residencial, por exemplo.

Isso permite que gestores façam a divisão de forma mais justa dependendo do tamanho de um locatário, de quanto ele usa de recursos coletivos e de sua capacidade de investimento.

O que considerar para negociar o CRD?

E se há flexibilidade no custo, há espaço para negociar. Existem vários elementos que podem servir como determinantes para definir o CRD: composição do mix, localização da loja, tamanho de vitrine, categoria de atividade etc.

Você pode usar isso como argumento de negociação, diminuindo o CTO para marcas com potencial de atração e faturamento para depois repassar esse aumento na lucratividade como benefício para as lojas em volta.

A solução para um bom controle de receitas em Shoppings

Como você deve ter percebido, os valores referentes a essas etapas de gestão de um Shopping podem até ser variáveis, mas com um bom controle é possível ter muita visão de futuro.

O ideal para um Shopping de sucesso é investir em informação: uma plataforma ERP que colete e segmente os dados sobre ABL, CTO e CRD em um único local, para tomada de decisões ágeis e negociações vantajosas para ambos os lados.

Afinal, as receitas variáveis são fatores importantes em todos os negócios — para os Shoppings e também seus lojistas. Com boa gestão financeira, informação e muito controle, é possível otimizar receitas e despesas para que todos cresçam juntos.

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5 passos para um mapeamento de shopping eficiente

mapeamento de shopping - blog grupo ease

O sucesso de um shopping center depende de um trabalho estratégico que vai além da escolha dos parceiros comerciais. Dada a grande variedade de produtos e serviços oferecidos, é preciso encontrar uma forma de otimizar o reabastecimento de cada uma das lojas. Nesse sentido, o mapeamento de shopping se mostra uma ferramenta insubstituível.

Ainda assim, algumas dúvidas permeiam o assunto. Afinal, como realizar um mapeamento eficiente? Quais ferramentas podem ajudar? O que não pode faltar nesse processo?

Para responder a essas questões e tirar suas dúvidas, criamos este artigo completo sobre o tema. Confira!

O que é um mapeamento de shopping?

O mapeamento de shopping é o processo que definirá a distribuição das lojas no espaço disponível. Seu objetivo é estabelecer uma estratégia que atraia clientes, promova mais vendas e otimize a circulação de pessoas e funcionários. Nesse sentido, ele permite que a gestão do shopping compreenda em detalhes a dinâmica dos processos e possa melhorá-la.

Isso exige, por exemplo, uma boa gestão de Tenant Mix, ou seja, da combinação de serviços e produtos que o shopping deseja oferecer. Esse processo é fundamental, já que influencia no volume de clientes que o empreendimento atrai e fideliza.

Vale destacar que um dos objetivos do mapeamento é embasar a elaboração de um plano de distribuição.

Qual a importância dos canais de distribuição?

Os canais de distribuição desempenham um papel importante por trás das cortinas do funcionamento do shopping. Se o mapeamento for eficiente, a reposição de estoque e a gestão da infraestrutura como um todo é facilitada. Isso traz benefícios tanto para os lojistas quanto para a administração do espaço.

Entretanto, esse processo deve ser levado em consideração já na análise de mix. Afinal, a definição exata daquilo que o shopping pretende oferecer será decisiva para a elaboração da lógica de distribuição. Em um mercado no qual o mix vem passando por mudanças, tornando-se ainda mais diversificado, é preciso dar atenção a essa questão.

Serviços, entretenimento, lazer e restaurantes vêm ganhando mais espaço, enquanto as mega lojas estão em processo de retração nos empreendimentos, principalmente pelo crescimento das lojas virtuais. Isso faz com que outra dinâmica de reabastecimento de estoque seja adotada e, consequentemente, deve ser levada em conta no mapeamento do Shopping. Mas, afinal, como ter sucesso nesse planejamento? É o que mostraremos a seguir.

Quais as 5 melhores práticas para ter sucesso no mapeamento?

O mapeamento, como explicamos, deve ser tratado como um processo estratégico. Isso significa que ele deve partir de objetivos específicos e utilizar métodos e ferramentas a seu favor, a fim de garantir que os resultados sejam alcançados. As dicas a seguir mostram como isso pode ser feito na prática.

1. Elabore um planejamento bem-estruturado

Definir o objetivo do shopping e os meios pelos quais eles serão alcançados é o primeiro passo. Entender a região, o perfil de consumidores, a concorrência e as oportunidades são formas de delinear o escopo do projeto. Nesse sentido, um recurso interessante com o qual você pode trabalhar é o 5W2H.

Trata-se de uma ferramenta administrativa que ajuda a definir as ações e sua ordem de execução. Isso acontece por meio de perguntas-chave: quem, quando, onde, por que, como e quanto — esse último refere-se ao custo.

2. Crie um “mapa de viagem do cliente”

O cliente deve ser colocado no centro do planejamento, a começar pela análise de mix. Depois, o mapeamento pode ser pensado a partir do ponto de vista do cliente.

Qual trajeto ele realizará no shopping? Quais as possibilidades? Quais lojas podem se beneficiar de uma proximidade maior? Se há uma praça de alimentação, a viagem do cliente o levará a passar por ela?

São questões que interferem na dinâmica do empreendimento. Sem levar isso em consideração, é possível que um determinado setor do shopping seja prejudicado pelo baixo fluxo de pessoas.

A própria gestão de estoque pode ser mais eficiente quando atividades similares são agrupadas, como é o caso dos restaurantes.

3. Identifique e neutralize as experiências negativas

A diversidade de empreendimentos e o tempo de deslocamento interno podem gerar situações adversas ao longo da jornada do cliente. Para evitar que isso se torne uma experiência negativa, é importante adotar métodos de priorização de atividades, como a matriz GUT, que relaciona Gravidade, Urgência e Tendência.

Grosso modo, você deve listar as atividades de acordo com esses 3 indicadores, cujos níveis devem ir de 1 a 5. Colocar os dados em uma planilha é uma forma interessante de visualizar as relações entre eles. Após a distribuição das avaliações de cada indicador para cada atividade, você multiplica os 3 números e chega a um ranking de prioridades.

Imagine, por exemplo, que você quer definir qual de duas lojas deve estar mais próxima da entrada principal. As notas que você deu para Gravidade, Urgência e Tendência, respectivamente, são:

  • Loja A: 2, 5 e 2;
  • Loja B: 3, 3 e 5.

Ao multiplicar os valores, temos a Loja A com 20 pontos e a Loja B com 45. Logo, a segunda deve ter prioridade.

4. Elabore fluxogramas e outras ferramentas de visibilidade

Compreender o fluxo de processos traz consigo alguns desafios, já que o shopping conta com muitas lojas, empresas e serviços. Gerenciar os processos desse ambiente, então, pode ser mais eficiente com a adoção de ferramentas que facilitam a visualização das relações entre eles. Um bom exemplo disso é o fluxograma.

Para ter sucesso na elaboração, lembre-se de destacar as diferentes categorias de cada empresa (loja, serviços, alimentação, entretenimento etc.) e identificar as setas de acordo com suas funções (entrada de estoque, saída de entregas, fluxo de clientes etc.).

5. Coloque a tecnologia para trabalhar a seu favor

Em tempos de um mercado tão dinâmico e em fase de mudança, como o de shoppings centers, não há motivo para insistir no uso de métodos obsoletos de gestão. Um ERP para shopping, por exemplo, permite integrar todos esses dados em um ambiente digital único, acessível e fácil de usar.

Esse software reúne atividades como:

  • administração de contratos;
  • gestão de suprimentos;
  • controle patrimonial;
  • análise de contas a pagar;
  • gestão fiscal e de documentos.

Trata-se da forma mais eficiente de estabelecer uma gestão padronizada, otimizando as atividades da administração e, consequentemente, de todo o empreendimento.

São diferenciais que fazem do mapeamento de shopping uma ferramenta insubstituível. Por isso, coloque essas dicas em prática. Os resultados, como você viu, são extremamente positivos!

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Veja como se tornar um Shopping Pet Friendly

Shopping Pet Friendly - blog grupo ease

Um Shopping Pet Friendly tem um poder de atração e de fidelização de público muito maior. Esse é um conceito que vem avançando no Brasil e no mundo, representando assim um nicho a ser explorado.

Por sua vez, clientes com perfil pet pedem cuidados extras, afinal, eles estarão sempre acompanhados de seus companheiros peludos. Assim sendo, avance na leitura deste artigo para saber que medidas tomar para atrair e encantar as pessoas que amam seus bichinhos!

O que é um estabelecimento Pet Friendly

Pet Friendly é o termo usado para designar estabelecimentos comerciais que aceitam a presença de animais em suas dependências. Restaurantes, casas de shows, bares e até hotéis são alguns deles.

Durante muitos anos, a presença de animais domésticos foi sistematicamente recusada nesses recintos. Felizmente, hoje já há abertura — e estrutura — suficiente para aceitar os bichos, inclusive em Shoppings Centers.

As vantagens de ser Pet Friendly

De tempos em tempos, as empresas “acordam” para determinados segmentos de mercados por muito tempo ignorados. Veja, por exemplo, a recente expansão da moda plus size e da cultura nerd. Há alguns anos, estar acima do peso ou ser nerd significava estar excluído de uma vida de consumo normal.

Hoje, um fenômeno mercadológico parecido acontece com as pessoas que têm animais de estimação. As marcas passaram a entender que pets e seus donos não têm uma relação pessoa/objeto, mas, sim, familiar. Por isso, ao atrair essas pessoas e seus bichinhos, todo um público com alto potencial de fidelização entra para a carteira de clientes.

Principais passos para implantação no seu negócio

Por mais que os pets sejam companheiros e dóceis no ambiente doméstico, nunca se sabe o que pode acontecer quando eles estão fora de casa. Por isso, um Shopping Pet Friendly deve garantir que será capaz de receber esse público canino e felino em suas instalações. Nesse sentido, vale seguir um breve passo a passo para adaptar o ambiente:

  • sinalizar áreas de circulação permitidas e as restritas a animais (fraldários, por exemplo);
  • treinar colaboradores para abordar clientes com pets;
  • implementar protocolos em casos de incidentes como xixi em locais indevidos, latidos ou comportamento antissocial, em especial dos cães;
  • distribuir materiais impressos contendo orientações para clientes com animais;
  • incluir pontos equipados com colchões, sacos e luvas para recolher fezes, além de potes com água.

Cuidados ao implantar o projeto

Além das medidas de segurança e da divulgação de regras de comportamento, há também a questão da limpeza e higiene. Na praça de alimentação, por exemplo, restaurantes e bares deverão se ajustar às normas da Vigilância Sanitária para ambientes com animais e pessoas. Essas normas variam de um município para outro, por isso vale consultar o respectivo site da Prefeitura para saber quais são elas em detalhes.

Por último, é fundamental investir em uma estratégia de atração e de fidelização. Você pode, por exemplo, criar eventos como feiras de produtos para animais domésticos ou mesmo festas temáticas pet free com apelo adulto e/ou infantil.

Tendo como ponto de partida as dicas que você aprendeu aqui, seu Shopping Pet Friendly terá sempre um alto volume de negócios e um público superfiel. Afinal, cães e gatos são os nossos melhores amigos!

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Módulo AC: garanta eficiência na Administração de Shopping Centers!

administração de shopping centers - blog grupo ease

A administração de Shopping Centers é um serviço de excelência para grandes gestores. E gerir todos os contratos de locação e prestadores de serviços pode se tornar fácil com um bom software de gestão.

Reduzir custos, enxugar equipe, eliminar erros, agilizar processos, melhorar a tomada de decisão e realizar uma prestação de contas objetiva está na cartilha de qualquer administrador que deseja fazer um bom trabalho.

Neste post você vai conhecer o sistema de gestão desenvolvido para o segmento de Shopping Center do Grupo Ease, e vai entender melhor o que é módulo AC, suas funcionalidades e as vantagens de adotá-lo. Confira!

O que é um sistema de gestão de Shopping Centers?

Um sistema de gestão, também chamado de ERP, abreviação de Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos da Empresa em português, é um software computacional que auxilia gestores a otimizar processos da organização.

O objetivo principal é estruturar uma gestão modular que se integram em um ambiente único, sempre visando o controle empresarial das variadas áreas de um negócio. Isso engloba os departamentos:

  • Financeiro;
  • Contábil;
  • Operacional;
  • Administrativo e outros principais.

No caso dos sistemas personalizados para Shoppings, como o ERP Ease Controller.net do Grupo Ease, as rotinas dos setores de gestão, fiscal, operacional, contábil e outras são abrangidas e integradas pelo software, porém facilitadas por recursos e ferramentas que atendem as demandas do negócio, aprimorando constantemente o serviço do gestor.

Nessa implementação, a administração de Shopping Center ganha uma série de módulos inteligentes para executar essa integração com eficiência. No Módulo AC – Administração de Contratos, por exemplo, o controle de contratos fica facilitado com uma série de recursos específicos. Acompanhe mais sobre ele a seguir.

O que é o Módulo AC?

O Módulo AC compõe o conjunto de funcionalidades com o objetivo principal de promover total autonomia na gestão dos contratos de locação e vendas dos espaços e do funcionamento do Shopping Center sob os pontos de vista gerencial e operacional nas fases pré inaugural e pós inaugural.

Quais os principais motivos para implantar o Módulo AC?

Essa poderosa ferramenta garante um conjunto de funcionalidades que motiva qualquer gestor a adotá-la. Algumas das principais vantagens para inovar e aprimorar o seu negócio abrangem, principalmente:

  • Atualização constante e alinhamento de regras do Shopping;
  • Lançamento de resultados de faturamento em tempo real na Contabilidade, Fluxo de caixa e controle do Saldo Bancário;
  • Simplificação operacional e gerencial da administração de contratos;
  • Emissão de boletos e integração bancária em arquivos digitalizados no formato CNAB (arquivo remessa e retorno);
  • Mensurações de dados técnicos, como ABL, M2 etc;
  • Prestação de contas aos empreendedores, de acordo com cada contrato.

Quais os principais recursos do Módulo AC?

Os recursos desse módulo envolvem ferramentas que proporcionam análise, controle e monitoramento das receitas advindas de contratos. Por meio desse indicador é possível controlar interações importantes. Acompanhe algumas delas:

  • Declaração Online de Vendas e Público integrado com a solução própria de serviços web, EWS;
  • Custo Total de Ocupação (CTO) com facilitadores de cálculos de fórmulas;
  • Coeficiente de Rateio de Distribuição (CRD) para controle de subsidiados;
  • Monitoramento por meio de dashboards e relatórios com índices sobre desempenho, controle e posição financeira;
  • Contabilização dos Resumos Contratuais configurada por item automatizando lançamentos de acordo com o fluxo do faturamento das parcelas;
  • Linearização Contábil para padronizar valores de parcelas ao longo do prazo contratual.

Como funciona o Módulo AC?

O Módulo AC atende a qualquer porte empresarial, automatizando fluxos de trabalho de forma organizada e inteligente. É um recurso especialmente indicado para a administração de Shopping Center pelas suas funcionalidades.

A ferramenta atua nas diferentes fases de administração: pré inaugural, inaugural e operacional. Cada fluxo de trabalho aprimora um aspecto gerencial, auxiliando o gestor no processo administrativo empresarial. Acompanhe:

  • Fluxo Estrutural por meio de dados técnicos, mapeamentos, metragens, além de ferramentas específicas de definição como Tenant Mix (ramos e tipos de lojas), LUCs (espaços vagos e locados) etc;
  • Fluxo de Rotinas Administrativas com otimização e atualização em tempo real de cadastros, contratos e controles diversos;
  • Fluxo de Faturamento com monitoramento inteligente e sincronização de telas para cobranças, baixas, reajustes, homologações e outros controles;
  • Fluxo de Gestão ampliando a abrangência com prestações de contas, área Top.Business, indicadores estratégicos e relatórios de monitoramento.

Como funciona a integração com outros módulos?

Como mencionado, o Módulo AC apenas compõe o poderoso conjunto de funcionalidades do sistema ERP da Ease Controller.net. Nessas interações, a inteligência do software faz com que a solução troque informações de maneira otimizada com outros módulos. Veja:

  • Integração com o Módulo CP — Contas a Pagar por meio de atualizações constantes do fluxo de caixa;
  • Integração com o Módulo CF — Controle de Documentos Fiscais com vinculação dos contratos aos RPSs entre outras interações;
  • Integração com o Módulo DL — Declarações de Obrigações Legais com automatização e geração do arquivo Dimob (Declaração de Informações Imobiliárias) e outras;
  • Integração com o Módulo CT — Contabilidade por meio de automatizações de lançamentos de provisão e baixa de contratos.

Quais as vantagens de adotar um Sistema de Shopping?

A administração de Shopping Center ganha muito em performance e controle quando o gestor opta pela implementação de uma solução personalizada. Entre tantos aspectos administrativos que são impactados por essa adoção, alguns merecem destaque.

Você terá resultados mais precisos, agilidade no acesso a informações e maior amplitude do negócio para melhorar a tomada de decisões que impactam diretamente a área de gestão.

A infraestrutura tecnológica permite um controle mais inteligente, com hospedagens robustas, servidores Cloud que permitem crescimento sustentado e automatização praticamente completa da gestão do Shopping, além de segurança e proteção de dados com autenticação, criptografia, backups e outras funcionalidades importantes.

Falando especificamente do Grupo Ease, nossos diferenciais nos credenciam como o melhor parceiro do mercado. A solução automatiza mais de 90% dos processos de forma ágil e eficiente. O conjunto de Módulos aprimora a gestão empresarial e embasa o planejamento estratégico para inovações e evolução da performance.

Por trás da implementação apresentada neste post há uma solução completa que abraça os desafios do gestor de Shopping. Melhore sua gestão, a precisão e a agilidade de resultados com uma solução imediata. O Grupo Ease oferece mais que uma oportunidade, ele apresenta uma resposta aos seus superiores para diminuir pressão e obter reconhecimento!

Se interessou pelo módulo AC para administração de Shopping Center? Então entre em contato agora mesmo e formalize essa implementação!

Quais as franquias de entretenimento mais utilizadas nos shoppings?

franquias de entretenimento - blog grupo ease

As franquias de entretenimento funcionam, de certa forma, como as lojas âncora em Shopping Centers. Se bem selecionadas, elas ajudam tanto na atração quanto na fidelização de clientes, o que resulta em aumento nas vendas e no ticket médio.

Sendo assim, a proposta desse tipo de atração é servir como um plus para centros comerciais. Elas justificariam a presença de público que não tem, em um primeiro momento, a intenção de comprar. Além disso, há de se convir que um Shopping que não oferece diversão e arte será sempre incompleto, não acha?

Por isso, destacamos neste artigo as principais modalidades de franquia para você explorar em seu negócio e, dessa forma, aumentar a sua fatia de mercado. Tenha uma leitura produtiva e agradável!

Finais de semanas temáticos

Datas comemorativas, aniversários ou mesmo uma atração de renome são motivos mais que suficientes para organizar finais de semana temáticos. A escolha do período não é por acaso, afinal, é entre sexta e domingo que o movimento cresce, já que as pessoas têm mais tempo livre.

Imagine, por exemplo, um final de semana dedicado a explorar o tema dinossauros. Nesse caso, é possível atrair a presença do público infantil que, claro, virá acompanhado dos pais. Essa seria uma ótima oportunidade para criar ações que estimulem o consumo de itens como brinquedos, roupas, acessórios e até produtos de higiene e limpeza. Isso pode ser feito concedendo descontos para quem comprar produtos nessa linha ou mesmo em ingressos, caso você decida abrir uma exposição ou mesmo um parque de diversões.

E já que falamos dos dinossauros, veja um bom exemplo de evento com esse tema promovido por um Shopping em Sorocaba, estado de São Paulo.

Feiras

Uma espécie de vertente dos finais de semana temáticos são as feiras/eventos nos quais podem ser realizadas exposições de produtos dos mais variados tipos. Um bom exemplo são as feiras de livros, nas quais exemplares podem ser vendidos com descontos em relação às livrarias “normais”.

A propósito, é possível segmentar as feiras de livros, ajudando ainda mais a atrair o público certo. Seria o caso de feiras dedicadas exclusivamente a livros infantis, femininos, ciências ou o que mais representar a possibilidade de captar público de forma estratégica.

Existe ainda uma infinidade de modalidades de feiras que você pode promover em seu Shopping com o objetivo de movimentar ainda mais o interesse das pessoas. Um bom exemplo, nesse aspecto, são as feiras de foodtruck, que podem ser organizadas em estacionamentos.

Nesse caso, tenha o cuidado de deslocar lojas que vendam alimentos dessa linha nas praças de alimentação para a feira. Afinal, a ideia aqui não é abrir concorrência com seus próprios lojistas, certo?

Parques de diversões

Outro tipo de atração para aproveitar o espaço em estacionamentos são os parques de diversão. A vantagem é que, ao contrário dos finais de semana temáticos e feiras para nichos específicos, os parques são eficazes para atrair públicos bem mais amplos.

Embora o apelo junto às crianças seja sempre maior, é certo que jovens e adultos de todas as idades também são frequentadores. Muitos deles, aliás, comparecem em família, o que é sempre positivo em termos de negócio porque facilita ações promocionais vinculadas.

Nesse aspecto, uma medida que gera bons resultados é conceder entradas para o parque mediante um certo valor em compras no Shopping. O oposto também pode ser feito, ou seja, a compra de uma certa quantidade de entradas para o parque dá direito a descontos em lojas conveniadas.

Piscinas de bolinhas

Por mais que as franquias de entretenimento em Shopping Centers usem de alta tecnologia, como as de jogos eletrônicos, nada substitui a consagrada piscina de bolinhas. Essa atração, na verdade, apresenta outras vantagens além de servir como gancho para atrair público.

Uma delas é servir como um “desafogo” para pais que precisem deixar seus filhos em um local seguro e confiável para se dedicar a compras ou outras atividades. Seria o caso, por exemplo, de uma mãe que precisa ir ao cabeleireiro mas não tem com quem deixar os filhos.

Por isso, vale investir não apenas em uma piscina grande e bem equipada, como também em túneis, passarelas e tirolesas. Essa é uma atração que pede também uma equipe de monitores bem treinada e com experiência em lidar com crianças.

Shows

Não são poucos os Shopping Centers que têm anexas casas de espetáculos. Elas são uma ótima fonte de receitas porque atraem público até mesmo em dias de pouco movimento.

Contudo, mesmo se o seu estabelecimento não contar com uma casa assim, o estacionamento sempre pode abrigar shows. Desde que passe pelas devidas adaptações e seja autorizado pelos órgãos competentes para essa finalidade, é válido aproveitar esse grande espaço para capitalizar.

Além dos shows de bandas de música e cantores, pense também na possibilidade de promover stand-ups, que podem ser de comédia ou não. O mais importante é selecionar artistas com os quais o público que frequenta seu Shopping tenha afinidade. Para isso, vale recorrer previamente a uma pesquisa de mercado para garantir uma boa bilheteria.

Jogos eletrônicos

O boom dos jogos eletrônicos é comprovado pela última pesquisa da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Depois dos “intocáveis” segmentos de Alimentação e Casa e Construção, o segmento de Comunicação, Informática e Eletrônicos foi o que mais cresceu no primeiro trimestre de 2019, registrando receitas superiores a R$ 1,3 bilhão.

Portanto, essa é uma modalidade de franquia indispensável em termos de entretenimento, já que está em alta e também se destina a um público bastante amplo e heterogêneo.

Lançamentos de produtos com experiência

Você já deve ter, pelo menos, ouvido falar a respeito do marketing de experiência. Trata-se de uma estratégia de promoção muito utilizada por marcas pouco conhecidas para validar seus produtos perante o público. Consiste em lançar uma novidade acompanhada da sua experimentação ou, como fazem as marcas mais arrojadas, de uma experiência completa.

A Coca-Cola é um bom exemplo de empresa que sabe utilizar esse tipo de marketing. Depois de terminar a leitura, assista ao vídeo e confira como ações simples ajudam a engajar ainda mais os clientes dos seus lojistas.

As franquias de entretenimento, como vimos neste artigo, podem ser ainda mais bem exploradas em ações promocionais conjuntas. Afinal, é para aproveitar o poder de atração de público delas que seu Shopping deverá estimular a abertura desse tipo de negócio ou atividade.

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