E-book ERP para Shopping - blog grupo ease

O sucesso de um shopping center depende de um trabalho estratégico que vai além da escolha dos parceiros comerciais. Dada a grande variedade de produtos e serviços oferecidos, é preciso encontrar uma forma de otimizar o reabastecimento de cada uma das lojas. Nesse sentido, o mapeamento de shopping se mostra uma ferramenta insubstituível.

Ainda assim, algumas dúvidas permeiam o assunto. Afinal, como realizar um mapeamento eficiente? Quais ferramentas podem ajudar? O que não pode faltar nesse processo?

Para responder a essas questões e tirar suas dúvidas, criamos este artigo completo sobre o tema. Confira!

O que é um mapeamento de shopping?

O mapeamento de shopping é o processo que definirá a distribuição das lojas no espaço disponível. Seu objetivo é estabelecer uma estratégia que atraia clientes, promova mais vendas e otimize a circulação de pessoas e funcionários. Nesse sentido, ele permite que a gestão do shopping compreenda em detalhes a dinâmica dos processos e possa melhorá-la.

Isso exige, por exemplo, uma boa gestão de Tenant Mix, ou seja, da combinação de serviços e produtos que o shopping deseja oferecer. Esse processo é fundamental, já que influencia no volume de clientes que o empreendimento atrai e fideliza.

Vale destacar que um dos objetivos do mapeamento é embasar a elaboração de um plano de distribuição.

Qual a importância dos canais de distribuição?

Os canais de distribuição desempenham um papel importante por trás das cortinas do funcionamento do shopping. Se o mapeamento for eficiente, a reposição de estoque e a gestão da infraestrutura como um todo é facilitada. Isso traz benefícios tanto para os lojistas quanto para a administração do espaço.

Entretanto, esse processo deve ser levado em consideração já na análise de mix. Afinal, a definição exata daquilo que o shopping pretende oferecer será decisiva para a elaboração da lógica de distribuição. Em um mercado no qual o mix vem passando por mudanças, tornando-se ainda mais diversificado, é preciso dar atenção a essa questão.

Serviços, entretenimento, lazer e restaurantes vêm ganhando mais espaço, enquanto as mega lojas estão em processo de retração nos empreendimentos, principalmente pelo crescimento das lojas virtuais. Isso faz com que outra dinâmica de reabastecimento de estoque seja adotada e, consequentemente, deve ser levada em conta no mapeamento do Shopping. Mas, afinal, como ter sucesso nesse planejamento? É o que mostraremos a seguir.

Quais as 5 melhores práticas para ter sucesso no mapeamento?

O mapeamento, como explicamos, deve ser tratado como um processo estratégico. Isso significa que ele deve partir de objetivos específicos e utilizar métodos e ferramentas a seu favor, a fim de garantir que os resultados sejam alcançados. As dicas a seguir mostram como isso pode ser feito na prática.

1. Elabore um planejamento bem-estruturado

Definir o objetivo do shopping e os meios pelos quais eles serão alcançados é o primeiro passo. Entender a região, o perfil de consumidores, a concorrência e as oportunidades são formas de delinear o escopo do projeto. Nesse sentido, um recurso interessante com o qual você pode trabalhar é o 5W2H.

Trata-se de uma ferramenta administrativa que ajuda a definir as ações e sua ordem de execução. Isso acontece por meio de perguntas-chave: quem, quando, onde, por que, como e quanto — esse último refere-se ao custo.

2. Crie um “mapa de viagem do cliente”

O cliente deve ser colocado no centro do planejamento, a começar pela análise de mix. Depois, o mapeamento pode ser pensado a partir do ponto de vista do cliente.

Qual trajeto ele realizará no shopping? Quais as possibilidades? Quais lojas podem se beneficiar de uma proximidade maior? Se há uma praça de alimentação, a viagem do cliente o levará a passar por ela?

São questões que interferem na dinâmica do empreendimento. Sem levar isso em consideração, é possível que um determinado setor do shopping seja prejudicado pelo baixo fluxo de pessoas.

A própria gestão de estoque pode ser mais eficiente quando atividades similares são agrupadas, como é o caso dos restaurantes.

3. Identifique e neutralize as experiências negativas

A diversidade de empreendimentos e o tempo de deslocamento interno podem gerar situações adversas ao longo da jornada do cliente. Para evitar que isso se torne uma experiência negativa, é importante adotar métodos de priorização de atividades, como a matriz GUT, que relaciona Gravidade, Urgência e Tendência.

Grosso modo, você deve listar as atividades de acordo com esses 3 indicadores, cujos níveis devem ir de 1 a 5. Colocar os dados em uma planilha é uma forma interessante de visualizar as relações entre eles. Após a distribuição das avaliações de cada indicador para cada atividade, você multiplica os 3 números e chega a um ranking de prioridades.

Imagine, por exemplo, que você quer definir qual de duas lojas deve estar mais próxima da entrada principal. As notas que você deu para Gravidade, Urgência e Tendência, respectivamente, são:

  • Loja A: 2, 5 e 2;
  • Loja B: 3, 3 e 5.

Ao multiplicar os valores, temos a Loja A com 20 pontos e a Loja B com 45. Logo, a segunda deve ter prioridade.

4. Elabore fluxogramas e outras ferramentas de visibilidade

Compreender o fluxo de processos traz consigo alguns desafios, já que o shopping conta com muitas lojas, empresas e serviços. Gerenciar os processos desse ambiente, então, pode ser mais eficiente com a adoção de ferramentas que facilitam a visualização das relações entre eles. Um bom exemplo disso é o fluxograma.

Para ter sucesso na elaboração, lembre-se de destacar as diferentes categorias de cada empresa (loja, serviços, alimentação, entretenimento etc.) e identificar as setas de acordo com suas funções (entrada de estoque, saída de entregas, fluxo de clientes etc.).

5. Coloque a tecnologia para trabalhar a seu favor

Em tempos de um mercado tão dinâmico e em fase de mudança, como o de shoppings centers, não há motivo para insistir no uso de métodos obsoletos de gestão. Um ERP para shopping, por exemplo, permite integrar todos esses dados em um ambiente digital único, acessível e fácil de usar.

Esse software reúne atividades como:

  • administração de contratos;
  • gestão de suprimentos;
  • controle patrimonial;
  • análise de contas a pagar;
  • gestão fiscal e de documentos.

Trata-se da forma mais eficiente de estabelecer uma gestão padronizada, otimizando as atividades da administração e, consequentemente, de todo o empreendimento.

São diferenciais que fazem do mapeamento de shopping uma ferramenta insubstituível. Por isso, coloque essas dicas em prática. Os resultados, como você viu, são extremamente positivos!

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